Até quando Sebastião Oliveira vai usar o Farol para fazer mi-mi-mi e dar uma de coitadinho?
Já virou rotina: o ex-deputado aparece no Programa do Farol para desfiar um rosário de lamentações e desculpas em vez de assumir as próprias responsabilidades político-partidárias.
Primeiro, tenta vitimizar-se ao falar dos problemas internos do Avante e do fracasso na cláusula de desempenho, como se a gestão do partido em Pernambuco não estivesse sob o seu próprio comando. Chega ao cúmulo de dizer que teve de “rasgar na carne” para ajudar a legenda, numa tentativa clara de posar de mártir e sacrifício eleitoral.
Para completar a narrativa de coitado, demonstra “surpresa” e desapontamento com apoios e movimentos políticos de terceiros no segundo turno, recorrendo ao velho discurso da polarização para justificar o seu próprio espaço perdido.
A população e os eleitores não precisam de encenações nem de pedidos de compaixão em entrevistas; esperam, sim, posicionamentos firmes, autocrítica e soluções reais para os problemas do estado, em vez de mais um episódio de vitimização em frente às câmaras.
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